quinta-feira, 17 de junho de 2010

Ongs cobram presidenciaveis



  Organizações não-governamentais ambientalistas enviaram nesta terça-feira (dia 15) uma "carta-consulta aberta" aos candidatos à Presidência sobre das mudanças no Código Florestal brasileiro. No documento há críticas à proposta de Aldo Rebelo de que os estados da federação tenham maior autonomia na decisão dos percentuais de reserva legal nas propriedades rurais. Além disso, os ambientalistas lembram que se aprovado, o projeto deve anular os efeitos da lei 12.187, que estabeleceu a Política Nacional de Mudanças Climáticas e prevê a redução de até 38% das emissões de gases de efeito estufa no país.


Leia reportagem sobre as propostas de Aldo Rebelo


  O documento circulou no mesmo dia em que a Comissão Especial que analisa as propostas de mudança no Código Florestal reuniu-se na Câmara dos Deputados. Devido ao pedido de vistas ao projeto feito por diversos deputados, a votação do relatório de Aldo Rebelo só ocorrerá na próxima segunda, dia 21.


  Coincidência ou não, a consulta aos presidenciáveis ocorre também no momento em que os jornais publicam declarações da ministra do Meio Ambiente de que o presidente Lula não apoia a votação da matéria neste ano, alegando não ser tema para ano eleitoral . O pepino vai sobrar para o próximo.

http://www.oeco.com.br/salada-verde/24066-ongs-cobram-presidenciaveis

 
     As causas das agressões ao meio ambiente são de ordem política, econômica e cultural. Nesse período político que se aproxima diversas são as promessas para a preservação ambiental, principalmente fazem menção a criação de leis que protejam o meio ambiente, mas infelizmente o que falta é ser cobrada a efetivação de leis, desta forma dando base a uma proteção mais eficiente a cerca das questões ambientais.
     Todavia, essa ganância tem um custo alto, já visível nos problemas causados pela poluição do ar e da água e no número de doenças derivadas desses fatores.
A preocupação com o meio ambiente caminha a passos lentos no Brasil, ao contrário dos países desenvolvidos, principalmente em função de prioridades ainda maiores como, p. ex., a pobreza .As carências em tantas áreas impedem que sejam empregadas tecnologias/investimentos na área ambiental. Dessa forma, estamos sempre atrasados com relação aos países desenvolvidos e, com isso, continuamos poluindo.
    

   

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