segunda-feira, 21 de junho de 2010

Oficina debate educação ambiental e mudanças climáticas


O WWF-Brasil e o Instituto Ecoar realizam nos dias 21 e 22 de junho, em Campo Grande (MS), a oficina Educação Ambiental em Tempos de Mudanças Climáticas. O evento tem por objetivo debater as mudanças climáticas no contexto do Pantanal e sua interface com a educação, fornecendo aos educadores conteúdo teórico e ferramentas para trabalhar o tema na escola ou organização.


Embora o tema das mudanças climáticas esteja em evidência, nem sempre ele é fácil de ser entendido no contexto local. A intenção dos organizadores é discutir com os atores regionais o que tem ocorrido e o que contribui para o agravamento das mudanças climáticas no contexto da Bacia Hidrográfica do Alto Paraguai (BAP) e quais as medidas que podem ser tomadas para reduzir os efeitos dessas mudanças climáticas.


A oficina será no Hotel Vale Verde, em Campo Grande (MS), de 9h as 18h. Participam do evento, educadores com atuação na área socioambiental ou com algum trabalho relacionado, gestores públicos ligados à área, professores, membros de redes ambientalistas, profissionais que atuam com a Pegada Ecológica vinculados a trabalhos com educação ambiental.


Educação ambiental e mudanças climáticas


O cenário das Mudanças do Clima é complexo, multidisciplinar e abrangente e, de uma forma ou de outra, em maior ou menor escala, suas conseqüências afetarão a todos em todos os lugares. Estas serão tão mais dramáticas quanto menos preparado e mais pobre for um país, uma região, uma comunidade.


Por isso, é importante que a população entenda melhor as conexões existentes entre a emissão de gás carbônico de seu carro e o aumento da temperatura da Terra; o desmatamento da Amazônia e a desertificação em partes do sul do país; a imensa quantidade de lixo que produzimos e a subida do nível dos oceanos, a impermeabilização de solos e as enchentes.


Essas conexões serão debatidas no evento, que também irá discutir os desafios, os obstáculos, as oportunidades e os riscos e a necessidade de formulação de políticas públicas justas e adequadas para fazer frente a esses desafios.

http://www.wwf.org.br/informacoes/noticias_meio_ambiente_e_natureza/?25400/Oficina-em-Campo-Grande-MS-debate-educao-ambiental-e-mudanas-climticas 

 
    A educação ambiental é uma via importante para a preservação ambiental do meio ambiente em qualquer parte do planeta. Ações como a WWF são louváveis por incentivar a preservação ambiental em todos os âmbitos.
    Ações de educação ambiental já provaram que mudam realidades onde são implantadas, por criar uma consciência de ações preventivas e de mudanças de realidades que já estão comprometidas. Em várias partes do pais ações de escolas,ONGs, de instituições privadas e de outras instituições, já mudam a realidade de vários locais pela educação ambiental.
    Esse tipo de educação vem sendo cada vez mais utilizado entre crianças e adolescentes e vem dando resultados expresivos em locais onde esse público convive, mudando hábitos e criando uma consciência crítica sobre a importância de todos participarem da conservação do meio ambiente.

Japão é novamente acusado de corrupção na caça às baleias


Uma empresa vinculada a um empresário japonês pagou a conta do hotel do presidente da Comissão Baleeira Internacional (CBI), afirmou neste domingo (20) o Sunday Times, revelando novas acusações de corrupção, às vésperas de uma reunião crucial da instituição.


Segundo o jornal dominical britânico, a Japan Tours and Travel Inc, uma companhia americana com sede em Houston (Texas), vinculada ao empresário japonês Hideuki “Harry” Wakasa, pagou adiantado cerca de 6.000 dólares para a estadia de Anthony Liverpool, presidente interino da CBI, em Agadir, localidade costeira marroquina onde começará na segunda-feira (21) a reunião anual da comissão.


Quando Liverpool, embaixador de Antigua e Barbuda no Japão, chegou ao hotel Atlas Amadil Beach de Agadir em 13 de junho, sua conta já tinha sido paga por 15 dias, afirma o Sunday Times.


Questionado por um jornalista da publicação, o presidente interino da CBI não negou que a empresa tivesse pagado sua fatura, mas afirmou que não se tratava do governo japonês.


O Sunday Times já tinha afirmado há uma semana dispor de provas que demonstram que representantes africanos e caribenhos tinham aceitado votar a favor da caça às baleias depois de ter recebido promessas de ajuda do Japão, além de dinheiro e prostitutas.


A CBI reúne-se a partir de segunda-feira em Agadir para estudar uma flexibilização – defendida pelo Japão – da moratória sobre a caça às baleias, em vigor desde 1986.

Com a condição de limitar a caça aos três países – Noruega, Islândia e Japão – que a praticam atualmente com pretexto “científico”, a CBI lhes ofereceria nos 10 próximos anos cotas que legalizariam sua atividade, especialmente no oceano austral, declarado “santuário” desde 1994. Assim, todas as formas de caça passariam por seu controle. (Fonte: Yahoo!)

http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2010/06/21/56399-japao-e-novamente-acusado-de-corrupcao-na-caca-as-baleias.html 


      A pesca a baleias já fez parte da tradição japonesa em consumir aquele tipo de carne e utilizar a gordura para diversos fins. Mas já a tempos a comunidade mundial e as ONGs lutam contra a pesca das baleias, que já foi repudiada pela ONU.
      Mas mesmo  com a intensa campanha contra os navios baleeiros japoneses, essa prática ainda perdura em águas do Japão e até mesmo adentrando as águas internacionais e chegando próximo ao litoral australiano,chegando a iniciar um “desconforto” de ralações entre o Japão e a Austrália, que não permite tal pesca em suas águas.
    Tal prática demonstra a falta de consciência ambiental que certos países que se dizem desenvolvidos, mas ainda praticam a barbárie sem necessidade, já que hoje temos meios de suprir tais necessidades que a carne e a gordura da baleia proporcionam

Derretimento de gelo antártico aumenta nível do mar


O derretimento do gelo na região ocidental da Antártida contribui para o aumento em 10% do nível do mar, segundo analistas britânicos, que identificaram a geleira da ilha de Pinos como fonte principal.

Assim assinala um estudo feito pelo Serviço Antártico Britânico (BAS), o Observatório da Terra Lamont-Doherty e o Centro Oceanográfico Nacional (LDEO) publicado no último número da revista científica “Nature Geoscience”.

Como parte desta pesquisa, os analistas utilizaram um veículo submarino não-tripulado para chegar até a base do gelo flutuante e fizeram medições submarinas, que revelaram a presença de uma base submarina de dimensão entre 300 e 400 metros.

No entanto, nas últimas décadas a geleira foi desligada desta base, o que permitiu transportar gelo em maior velocidade, de acordo com o estudo.

Também permitiu que águas quentes oceânicas profundas pudessem fluir sobre a crista submarina e ficassem sob a camada de gelo.

Estas águas quentes, apanhadas sob o gelo flutuante, estão derretendo a camada de gelo, o que está causando o derretimento e aceleração da geleira, indica a pesquisa.

Adrian Jenkins, cientista do BAS que liderou a análise, assinalou que a investigação coloca a dúvida a perda de gelo correspondente à mudança climática ou se é um processo de longo prazo que começou quando a geleira se desligou da base.

“Não sabemos que foi o que iniciou o retrocesso da base, mas sabemos que começou em algum momento antes de 1970″, acrescentou. (Fonte: Yahoo!)

http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2010/06/21/56376-derretimento-de-gelo-antartico-aumenta-nivel-do-mar.html

 
    A partir de tais estudos feitos na década de 1990 a visão ambiental para o aquecimento global deu uma guinada, deixando muitos cientistas alarmados pelos registros catastróficos dos diversos estudos sobre o aquecimento global, principalmente em áreas polares.
    Tais regiões polares são o “termômetro” do aquecimento do planeta, dando base a estudos como esse citado na reportagem. Esses dados alimentam ainda discussões sobre preservação ambiental a cerca do crescimento vertiginoso da temperatura planetário, que segundo estudos além do aumento do nível do mar, faz com espécies marinhas desapareçam pelo aumento da temperatura oceânica, principalmente dos corais que produzem oxigênio para atmosfera. Imagens de satélites já demonstram que várias localidades com grande quantidade de corais já desapareceram como no litoral australiano.
   Sendo assim, se não houver políticas de diminuição de lançamentos de poluentes na atmosfera o todos os seres vivos sofreram pelas mudanças climáticas que já pairam mudando a vida de muitos, em várias regiões do planeta.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Ongs cobram presidenciaveis



  Organizações não-governamentais ambientalistas enviaram nesta terça-feira (dia 15) uma "carta-consulta aberta" aos candidatos à Presidência sobre das mudanças no Código Florestal brasileiro. No documento há críticas à proposta de Aldo Rebelo de que os estados da federação tenham maior autonomia na decisão dos percentuais de reserva legal nas propriedades rurais. Além disso, os ambientalistas lembram que se aprovado, o projeto deve anular os efeitos da lei 12.187, que estabeleceu a Política Nacional de Mudanças Climáticas e prevê a redução de até 38% das emissões de gases de efeito estufa no país.


Leia reportagem sobre as propostas de Aldo Rebelo


  O documento circulou no mesmo dia em que a Comissão Especial que analisa as propostas de mudança no Código Florestal reuniu-se na Câmara dos Deputados. Devido ao pedido de vistas ao projeto feito por diversos deputados, a votação do relatório de Aldo Rebelo só ocorrerá na próxima segunda, dia 21.


  Coincidência ou não, a consulta aos presidenciáveis ocorre também no momento em que os jornais publicam declarações da ministra do Meio Ambiente de que o presidente Lula não apoia a votação da matéria neste ano, alegando não ser tema para ano eleitoral . O pepino vai sobrar para o próximo.

http://www.oeco.com.br/salada-verde/24066-ongs-cobram-presidenciaveis

 
     As causas das agressões ao meio ambiente são de ordem política, econômica e cultural. Nesse período político que se aproxima diversas são as promessas para a preservação ambiental, principalmente fazem menção a criação de leis que protejam o meio ambiente, mas infelizmente o que falta é ser cobrada a efetivação de leis, desta forma dando base a uma proteção mais eficiente a cerca das questões ambientais.
     Todavia, essa ganância tem um custo alto, já visível nos problemas causados pela poluição do ar e da água e no número de doenças derivadas desses fatores.
A preocupação com o meio ambiente caminha a passos lentos no Brasil, ao contrário dos países desenvolvidos, principalmente em função de prioridades ainda maiores como, p. ex., a pobreza .As carências em tantas áreas impedem que sejam empregadas tecnologias/investimentos na área ambiental. Dessa forma, estamos sempre atrasados com relação aos países desenvolvidos e, com isso, continuamos poluindo.
    

   

quarta-feira, 16 de junho de 2010

unho - mês vital para avanços rumo a um futuro de baixo carbono


Bonn, Alemanha, 31 de maio - Este mês de junho será importante para dar novo impulso aos esforços globais em prol de um futuro de baixo carbono e com segurança climática, declara a Rede WWF.

As negociações sobre clima na esfera da ONU, que começam hoje em Bonn, e as Cúpulas do G8 e G20 na última semana deste mês, poderão estimular significativamente uma série de avanços que são essenciais para conseguir o tão almejado acordo global sobre clima e acelerar a conquista de um futuro de baixas emissões de carbono.

"O mês de junho pode marcar a virada nas políticas sobre clima depois de um período de confusão e exames de consciência que se seguiu à conferência de Copenhague" afirmou Kathrin Gutmann, Coordenadora de Políticas da Iniciativa Global de Clima da Rede WWF.

"A Conferência de Copenhague não produziu o tratado ambicioso de que o mundo precisa. No entanto, o diálogo sobre alguns dos elementos críticos do pacote de negociação nos colocou muito próximos de um acordo adequado.Neste sentido, o reinício das negociações em Bonn precisa ser a retomada do caminho para avanços concretos até a COP16 em Cancún, México, ao final do ano", acrescentou.

A Rede WWF considera que os negociadores em Bonn poderão avançar e praticamente concluir alguns dos debates mais importantes, como a proteção das florestas via mecanismos de apoio à redução de emissões de desmatamento e degradação florestal (a agenda REDD+) e sobre o financiamento para atividades que visam a resiliência climática e o desenvolvimento de baixo carbono nos países em desenvolvimento.

"Estamos muito próximos de um acordo para zerar a destruição de florestas e que permita nos preparar para lidar com um clima em transformação por meio de estratégias de adaptação", diz Gutmann.

"Se conseguirmos avançar com essas questões nas negociações em Cancún em Dezembro, o mundo estará numa posição muito boa para inserir esses elementos-chave nos termos de um acordo global a ser firmado na cúpula seguinte, na África do Sul em 2011. Esta é uma data importante, já que o fim do primeiro período de compromisso do Protocolo de Kyoto é 2012 e as decisões sobre novas metas precisam ocorrer antes deste prazo."

O WWF recomenda também uma abordagem passo a passo para acabar com a enorme discrepância (gigatonne gap) entre as reduções de emissões que os países signatários do Tratado de Copenhague se comprometeram a praticar e os níveis que são efetivamente necessários para garantir um futuro com resiliência climática.

"Os países só vão superar o desafio dos 'gigatonnes' se eles acelerarem a transformação das economias para operarem com baixas emissões de carbono, fecharem as brechas que enfraquecem seus Planos de Ação Nacionais e trabalharem unidos para estender os efeitos dos seus esforços de transformação, incluindo fontes de poluição adicionais que não foram regulamentadas até o momento", declara Gutmann.

A 'festa' no México para dissipar as tristezas deixadas pela conferência de Copenhague vai depender muito de financiamento para as ações relacionadas ao clima. Neste sentido, as cúpulas do G8 e G20 no Canadá, ao final do mês de junho, terão máxima relevância.

Os chefes de Estado terão a incumbência de identificar novas fontes de financiamento, como impostos sobre transações financeiras ou taxas sobre as emissões produzidas por diferentes setores não regulados até hoje, como o transporte marítimo e a aviação. Além disso, precisam também discutir a transferência dos fundos que subsidiam combustíveis fósseis altamente poluentes para novas e inovadores tecnologias energéticas. Dessa forma estarão alinhando suas agendas econômicas e ambientais e impulsionando os avanços rumo um futuro de baixo carbono.

"Aproveitar as reuniões do G8 e o G20 para mobilizar fundos para financiar desenvolvimento limpo e utilizando as discussões em Bonn para definir os blocos de consenso que servirão para a construção de um acordo global sobre o clima, poderá restaurar à comunidade internacional, um ambiente de confiança que se perdeu durante o desastre na Dinamarca em dezembro do ano passado", opina Gutmann.

Ao Brasil, cabe uma lição de casa importante. Os avanços observados no ano de 2009, com a definição de metas e aprovação de legislação que estabelece a Política Nacional de Clima e o Fundo Clima precisam sair do papel. "As ações do governo no âmbito interno precisam estar alinhadas, embasar e ajudar a orientar a nossa política externa sobre mudanças do clima", afirma Denise Hamú, secretária-geral do WWF-Brasil. "Aguardamos a divulgação dos dados do segundo inventário nacional de emissões de gases de efeito estufa, anunciados pelo Governo para os últimos meses de 2010. Estas informações devem orientar a definição de planos de ação setoriais para redução de emissões de gases de efeito estufa. Cabe, então, ao Governo Federal estabelecer um amplo diálogo com a sociedade, com engajamento adequado de todos os setores. Desta forma, podemos de fato estabelecer compromissos do país, não só de Governo, com nossas metas de redução de emissões e com uma economia baseada cada vez mais em baixas emissões de carbono", concluiu Hamú.


http://www.wwf.org.br/informacoes/noticias_meio_ambiente_e_natureza/?25241/Junho--mes-vital-para-avancos-rumo-um-futuro-de-baixo-carbono 


Enquanto não houver um consenso entre as nações mais ricas em diminuição de CO2 e outros poluentes atmosféricos, não haverá mudanças positivas na situação do planeta, dando a países como Estados Unidos e China,que são os maiores poluidores, regras rígidas de emissão de poluentes, metas que são propostas por vários ambientalistas e também estudos feitos pelos diversos organismos pró meio ambiente.
    A responsabilidade é de todos, deve haver uma cooperação mútua entre as nações, não somente os grandes poluidores, mas os futuros grandes poluidores como é o caso do Brasil que está crescendo a produção de CO2 pela queima de florestas e pelo vertiginoso crescimento industrial.
    Os sinais estão visíveis de que o meio ambiente precisa ser cuidado o mais rápido possível, porque os desastres ambientais estão sendo em escala global, atingindo a todas as nações e não somente os países que poluem mais. Pois o consenso em reuniões destas sobre discussão ambiental é de suma importância é de suma importância para não desaparecermos.



   

Brasil terá maior crescimento agrícola do mundo até 2019


A produção agrícola do Brasil deverá registrar o maior crescimento mundial, de mais de 40% até 2019, na comparação com o período entre 2007 e 2009, segundo um relatório conjunto da Organização da ONU para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgado nesta terça-feira (15).

“É no Brasil que a alta da produção agrícola será, de longe, a mais rápida”, afirma o documento Perspectivas Agrícolas 2010-2019, divulgado pelas duas organizações.

De acordo com o relatório, a agricultura russa deve crescer 26% até 2019. Os setores agrícolas da China e da Índia também devem registrar um aumento significativo nesse período, de 26% e 21%, respectivamente.

Já a produção agrícola da União Europeia deve registrar uma expansão de menos de 4% até 2019, segundo o relatório, que classifica o desempenho como “estagnado”.

“O aumento da produção agrícola mundial deverá ser menos rápido durante a próxima década do que nos últimos dez anos, mas ela deverá, no entanto, permitir o crescimento de 70% da produção mundial de alimentos até 2050, como exige o crescimento demográfico previsto”, afirma o relatório.

Etanol – O documento demonstra que o Brasil deve ampliar ainda mais suas atividades em setores agrícolas onde já atua com destaque. Um deles é o da produção de etanol, que deve crescer 7,5% por ano no Brasil no período entre 2010 e 2019.

“O Brasil, com sua indústria baseada na produção de etanol a partir da cana-de-açúcar, deverá ser o principal exportador mundial. Uma parte dessas exportações deve transitar pelos países do Caribe com destino aos Estados Unidos para se beneficiar de condições preferenciais de importação”, diz o relatório.

Segundo a FAO e a OCDE, “o aumento do comércio internacional de etanol vai resultar quase totalmente do crescimento das exportações brasileiras”.

O documento afirma ainda que “40% do aumento da produção mundial de etanol deve ser realizado graças ao aumento da produção baseada na cana-de-açúcar, principalmente do Brasil, para atender a demanda doméstica brasileira e americana”.

Oleaginosas – Outro setor agrícola em que o Brasil deverá ter maior destaque é o dos oleaginosos (soja, milho, óleos vegetais). Durante a próxima década, 70% do aumento das exportações mundiais de grãos oleaginosos devem vir do Brasil.

As exportações brasileiras do produto devem passar de 26% do total mundial em 2010 a 35% em 2019, diz o relatório.

“O Brasil deverá se tornar o primeiro exportador mundial de grãos oleaginosos, ultrapassando os Estados Unidos em 2018.”

O país também deverá ampliar sua posição, já forte, no mercado mundial de açúcar, representando 50% do comércio internacional na próxima década.

O Brasil terá ainda um papel significativo no aumento do comércio mundial de carnes, contribuindo “sozinho com 63% das exportações de países que não integram a OCDE e com um terço das exportações mundiais”, diz o relatório.

O documento afirma também que os preços dos produtos agrícolas voltaram a cair, após os níveis recordes atingidos há dois anos, durante a crise alimentar, mas ressalta que “é pouco provável” que eles voltem aos níveis médios da década passada.

Os preços médios devem permanecer mais elevados e as preocupações em relação à segurança alimentar persistem, afirmam as duas organizações.

Elas preveem que as cotações médias do trigo e dos cereais serão, nos próximos dez anos, entre 15% e 40% superiores às do período entre 1997 e 2006.

http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2010/06/16/56076-brasil-tera-maior-crescimento-agricola-do-mundo-ate-2019.html 



O Brasil se torna hoje um dos maiores produtores de grãos do mundo, tanto que já vinha sido esperado todo esse crescimento, pelas várias usinas de etanol instaladas em várias localidades do país, principalmente na região Centro Oeste que o crescimento foi exorbitante.
    A partir do crescimento agrícola no Brasil que vinha crescendo desde a década de 1970, com a expansão da fronteira agrícola, a região sofreu muito diminuindo os recursos naturais dessa região de cerrado, obrigando animais em ficar em pequenas porções de cerrado que ainda resta em reservas e parques. A situação de descaso ambiental é gritante, por vontade da maioria dos produtores só pensar na sua própria produção e reservarem partes pífias de suas terras para uma APP (Área de Preservação Permanente), fazendo com que espécies desapareçam de certa região pela própria ganância.
   Deve haver uma política ambiental com leis mais punitivas, e que haja formas de se proteger mais biomas como o cerrado, que é um dos mais degradados do país, além de criar uma consciência ambiental, para que todos olhem o meio ambiente como algo importância para a sobrevivência humana. Conscientizar é necessário e se faz necessárias ações rápidas do governo e da sociedade, para que melhore a relação de produção e consciência ambiental.